segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Feliz Ano Novo!


Felizmente, escapámos inteiros aos presságios que nos ameaçavam em 2012. Embora possam ter acontecido entretanto coisas menos boas, é com uma mente aberta e positiva que devemos entrar em 2013. Esta será um nova fase a enfrentar sem grandes planeamentos, apenas comprometendo-nos a procurar as possibilidades que façam de nós pessoas mais felizes e realizadas.
O Refém das Letras deseja a todos vós um feliz Ano Novo, com mais saúde, dinheiro (um tanto impossível, mas desejar ainda não custa), alegria e muitos, muitos livros!

Boas leituras!

domingo, 30 de dezembro de 2012

Ricochete



Título original: Ricochet
Autora: Sandra Brown
Nº de páginas: 468
Editora: Quinta Essência

Sinopse
«Quando o detetive Duncan Hatcher é chamado à mansão do juiz Cato Laird para investigar uma morte, compreende que a discrição é a chave para manter o seu emprego. Elise, a mulher-troféu do juiz, afirma ter matado a tiro um gatuno em legítima defesa, mas Duncan tem quase a certeza de que ela mente. A investigação que faz ao passado pouco suspeito de Elise convence-o de que ela é mentirosa, manipuladora e, mais do que provavelmente, uma assassina. Mas quando Elise desaparece... Sem saber em quem acreditar, Duncan vê-se envolvido na investigação de um homicídio que desafia a sua lógica, o seu infalível instinto e a sua inabalável integridade. Não confia em ninguém, exceto na palavra do criminoso que prometeu eliminá-lo. E confia ainda menos na mulher que mais deseja.»

Opinião
Quando se pensa que se tem em mãos a pior situação que alguém poderia imaginar, a imprevisibilidade do destino acerca-se e num ímpeto transforma-a em algo, que à primeira vista, é ainda pior. No entanto, essa interferência poderá gerar a solução para os problemas de várias vidas, e ainda assim poderá ser a causa da ruína de outras.

As repercussões consequentes de uma improvável interligação entre variadas personagens culmina em Ricochete, um maravilhoso e inquietante policial que transpõe surpreendentemente nas suas páginas a imagem da criminalidade, fruto de  injustiças e manipulações, mas em paralelo conduz-nos por um caminho no qual fulgura uma ardente e impertinente paixão nascida dum improvável cenário.

O começo desta narrativa surge quando Duncan Hatcher, um detective policial, enfrenta um difícil caso ao qual não consegue aplicar um desfecho satisfatório. A revolta acerca-se de Duncan, mas nada se compara com o que terá de lidar quando surge uma inesperada e estranha reviravolta. A partir de uma morte que poderá tanto ser um acidente como um homicídio premeditado, o detective  envolve-se numa misteriosa teia de acontecimentos que tentará desvendar com o apoio da sua companheira, DeeDee, e dos restantes agentes policiais. Mas como poderão eles alcançar a verdade quando a testemunha do crime se revela pouco plausível, ou pior, a mais provável suspeita? E à medida que pensam alcançar conclusões, surgem surpresas com que não contavam, e torna-se difícil percepcionar quem é culpado e quem é inocente.

O conjunto de personagens está maravilhosamente bem construído. Por um lado, tem-se Duncan, o detective bem formado e astuto que se apresenta como a personagem principal da história. Inicialmente, Duncan aparenta uma faceta rebelde, mas revela-se ao longo dos capítulos um indivíduo centrado nos seus ideais, incapaz de os violar, o que irá constituir um intenso dilema aquando da resolução do caso. Extremamente obcecado com a justiça, Duncan faz de tudo para deslindar quaisquer delitos ou infracções à lei tendo em conta os valores morais com que foi educado. Em paralelo, é-nos introduzida  DeeDee, uma figura bastante irónica, hirta, ainda assim sensível, que oferece alguns episódios mais descontraídos quando a tensão se direcciona a ser elevada. Mas sem dúvida, aquela que constitui a intriga de toda a acção é Elise, a mulher do juiz dotada de atributos físicos que deslumbram qualquer homem (incluindo Duncan) na qual reside uma fatal ambiguidade: será ela o que alega e o que aparenta ser ou esconderá em si a mentira, aquilo em que Duncan não quer acreditar? Incessantemente somos confrontados com ambas as possibilidades, sendo impossível de averiguar a verdade até à derradeira revelação. Brown conseguiu admiravelmente manter a dúvida acerca de Elise, tornando-a a personagem mais curiosa e intrigante em todo o livro.

A forma como Sandra Brown arquitectou esta história é notável. Apresentando aos poucos novas situações e novas personagens, a autora cria um enredo que naturalmente se vai desenvolvendo e fluindo. Sem desvendar repentinamente os mistérios, os mesmos acumulam-se e intrigam cada vez mais o leitor que deseja conhecer o que de facto aconteceu e o porquê de ter acontecido.

Brown mantém um bom ritmo em toda a obra através de uma escrita muito acessível que facilmente é absorvida. Uma vez que se trata de um policial com uma certa dose de romantismo, é obrigatório um relato acelerado característico de uma trama policial mas que também evidencie um narrar algo descritivo, particularmente nos momentos mais sentimentais. Agradou-me o equilíbrio que a autora estabeleceu entre estes dois factores, recorrendo ao romantismo quando necessário, sem grandes exageros, e mantendo a vertente policial sempre presente.

De um modo menos bom, o final não foi aquele que previra. Não que tivesse em mente um desfecho específico, mas pensava que seria mais imprevisível e arrebatador do que, de facto, foi. Além disso, o engenho que foi concebido para terminar o livro foi, a meu ver, demasiado audaz para resultar numa situação semelhante na vida real. Apesar disso, foi agradável assistir à entrega emocional de cada personagem que culminou de uma forma mais aprazível para umas e menos para outras.

Este livro foi uma deliciosa surpresa, recheada de bons elementos entre os quais se destacam as elaboradas personagens. Um policial diferente, ainda assim detentor de atributos característicos do género, que sem dúvida me conquistou. Fica o desejo de experimentar outros trabalhos da autora que, espero, sejam tão bons ou melhores que Ricochete.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Resultado do Passatempo: "Ficarei À Tua Espera" de Michael Baron



Chega ao fim mais um passatempo. Quero agradecer o apoio fantástico da Quinta Essência e a contribuição de todos aqueles que fizeram deste passatempo um sucesso. Estava a sorteio um exemplar do livro Ficarei À Tua Espera, de Michael Baron. E o livro vai para...

96 - Joana Constança Passão

Muitos parabéns! A vencedora será contactada por e-mail. 
Ao restantes, não desanimem pois futuras surpresas podem aparecer a qualquer momento.

Boas leituras!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal!



O Refém das Letras deseja a todos um óptimo e feliz Natal, recheado de muitas surpresas e, claro, livros!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Selo: Campanha de Incentivo à Leitura



Recebi este selo através do Ler É Viver, a quem agradeço o carinho demonstrado. Como ditam as regras, terei que:

1 - Indicar 10 Blogs para receberem o Selo (é proibido apenas deixar para quem quiser levar sem indicar 10 blogs)
2 - Avisar os Blogs Escolhidos
3 - Colocar a Imagem no Blog para apoiar a Campanha
4 - Responder à pergunta: Que livro indicaria para alguém começar a ler?

Os Blogs que escolhi são:
1 - d311nh4
2 - A Thousand Lives
3 - Pedacinho Literário
4 - Histórias de Elphaba
5 - Refúgio dos livros
6 - nlivros
7 - Silêncios que Falam
8 - Ler Y Criticar
9 - Café de letras
10 - O Mundo Encantado dos Livros

Quanto à pergunta, é uma escolha complicada. Há vários livros que poderia indicar para primeira leitura, pois há sua maneira cada um transmite os seus valores e incentiva este hábito da leitura. Vou fazer batota e escolher um livro que marcou a minha infância e toda a minha vida depois disso: O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry. Este é um livro que é dotado de uma simplicidade ambígua. Para uma criança, é um livro que de tão simples que aparenta ser fascina e "cativa". Mas à medida que crescemos, percebemos que o que está para além daquele livro é muito mais que uma simples história infantil. Valores como a amizade, a sinceridade e o amor vão transparecendo após várias leituras. Deste modo é uma obra intemporal e adequada a qualquer pessoa, criança ou idoso, mas que deve ser uma leitura para ler e reler vezes sem conta. Quem fizer deste livro o seu primeiro contacto com a leitura deu os passos correctos para se tornar um verdadeiro leitor, pois terá a percepção do poder que um livro pode ter na sua vida.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Desafio: Paranormal Reading Challenge



Um dos meus géneros favoritos da literatura é o fantástico. Adoro ler livros que retratem civilizações míticas, locais que deslumbram a imaginação e criaturas que só na ficção podem existir. Assim, foi inevitável a adesão a este desafio. 
Esta ideia partiu do Auntie Spinelli Reads e quem quiser aderir é totalmente livre de o fazer. Mas quanto ao desafio propriamente dito, este Paranormal Reading Challenge consiste em ler livros sobre criaturas paranormais. A cada mês do ano (o desafio estende-se pelo ano de 2013) corresponde uma determinada criatura, sendo que se deve ler o livro sobre essa criatura nesse mês para corresponder às expectativas do desafio. Cada livro, mesmo que contenha várias criaturas, conta como se apenas tivesse uma - aquela que nós escolhemos de acordo com a listagem que efectuamos dos meses e dos respectivos livros. No mesmo mês, pode-se ler vários livros sobre a mesma criatura, mas só é necessário um para participar. 
Aqui fica a ordem pela qual as criaturas se dispõem e a minha escolha de obras:

Janeiro - Vampiros - A Iniciação, de Jennifer Armintrout
Fevereiro - Anjos - Caídos, de Thomas E. Sniegoski
Março - Fadas - Wicked Lovely - Amores Rebeldes, de Melissa Marr
Abril - Demónios - O Homem Pintado, de Peter V. Brett
Maio - Aliens - Nómada, de Stephenie Meyer
Junho - Zombies - A Passagem, de Justin Cronin
Julho -  Bruxos e Feiticeiros - O Nome do Vento, de Patrick Rothfuss
Agosto - Sereias - A Sereia, de Carolyn Turgeon
Setembro - Dragões - Eragon, de Christopher Paolini
Outubro - Fantasmas - Uma Inquietante Simetria, de Audrey Niffenegger
Novembro - Lobisomens - O Apelo da Lua, de Patricia Briggs
Dezembro - Outras criaturas - Desejar, de Carrie Jones

A lista poderá sofrer algumas alterações, mas penso que ficará assim.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Passatempo: "Ficarei À Tua Espera" de Michael Baron



E porque é Natal e livros nunca são suficientes, aqui fica mais um passatempo. Com o apoio da maravilhosa Quinta Essência, o Refém das Letras tem para oferecer um exemplar do livro Ficarei À Tua Espera de Michael Baron. Para participar, basta preencher o formulário abaixo e respeitar as regras do passatempo. Podem encontrar as respostas às questões aqui.

Boa sorte e boas festas!

Regras do passatempo:
- O passatempo decorre até dia 25 de Dezembro, Terça-feira, às 23h59;
- Só é permitida uma participação por pessoa, morada e e-mail;
- Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas;
- Participações com respostas incorrectas e/ou dados incompletos serão eliminadas;
- O vencedor será sorteado aleatoriamente entre todas as participações correctas e completas, sendo posteriormente contactado pelo blogue; 
- O blogue não se responsabiliza por possível extravio do prémio nos correios.


domingo, 16 de dezembro de 2012

Desafio: Victorian Classics Challenge



Ao saber da existência de um desafio como estes a partir do A Thousand Lives, não consegui resistir a aderir. O desafio consiste em ler cinco clássicos, em português ou em inglês, da época vitoriana, ou seja, livros que tenham sido escritos entre 1837 e 1900 (reinado da Rainha Victoria). O desafio terminará no final do ano, por isso até lá terão que ser lidos os clássicos escolhidos. 
Acho o desafio bastante inspirador e uma excelente forma de conhecer um pouco mais sobre a literatura inglesa, pela qual sempre nutri muita curiosidade.
Os livros serão, em princípio, os mencionados, mas a lista poderá sofrer uma ou outra alteração:

1 - O Monte Dos Vendavais, de Emily Brönte
2 - Jane Eyre, de Charlotte Brönte
3 - O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde
4 - Tess of the D'Urbervilles, de Thomas Hardy
5 - Great Expectations, de Charles Dickens

Quem desejar participar é completamente livre de o fazer. Se assim quiserem, podem ir partilhando as vossas leituras aqui no blog e as respectivas opiniões. Seria interessante ver a diversidade de obras e quais as impressões que cada um retira dos clássicos que escolheu.

Boas leituras!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A Fúria dos Reis



Título Original: A Clash of Kings
Autor: George R. R. Martin
Nº de páginas: 480
Editora: Saída de Emergência
Colecção: Bang!


Sinopse
«Quando um cometa vermelho surge nos céus de Westeros encontra os Sete Reinos em plena guerra civil. Os combates estendem-se pelas terras fluviais e os grandes exércitos dos Stark e dos Lannister preparam-se para o derradeiro embate. No seu domínio insular, Stannis, irmão do falecido Rei Robert, luta por construir um exército que suporte a sua reivindicação ao trono e alia-se a uma misteriosa religião vinda do oriente. Mas não é o único, pois o seu irmão mais novo também se proclama rei, suportado por uma hoste que reúne quase todas as forças do sul. Para pior as coisas, nas Ilhas de Ferro, os Greyjoy planeiam a vingança contra aqueles que os humilharam dez anos atrás.O Trono de Ferro é ocupado pelo caprichoso filho de Robert, Joffrey, mas quem de facto governa é a sua cruel e maquiavélica mãe. Com a afluência de refugiados e um fornecimento insuficiente de mantimentos, a cidade transformou-se num lugar perigoso, e a Corte aguarda com medo o momento em que os dois irmãos do falecido rei avancem contra ela. Mas quando finalmente o fazem, não é contra a cidade que investem...O que os Sete Reinos não sabem é que nada disto se compara ao derradeiro perigo que se avizinha: no distante Leste, os dragões crescem em poder, e não faltará muito para que cheguem com fogo e morte!»

Opinião
Após terminar Muralha do Gelo com um misto de contentamento e surpresa, foi com enorme curiosidade que iniciei A Fúria dos Reis. Os acontecimentos do volume anterior deixaram-me numa enorme ânsia quanto a conhecer o futuro desta história, que se apresentou surpreendente, singular e intensa. Mesmo só conhecendo o estilo de Martin através dos volumes iniciais, sabia que até o impossível o autor tornaria possível. E, mais uma vez, Martin não decepcionou.

Embora seja evidente que o ritmo deste livro é bem mais pausado no que se refere à própria acção (sendo esse o único ponto menos bom presente na obra, que não diminui de forma alguma a sua qualidade), as escaramuças continuam a ser travadas nos Sete Reinos de uma forma quase que silenciosa e misteriosa. Este é, essencialmente, um livro em que as personagens apresentam as suas estratégias de guerra e as começam a por em prática, para que possam vencer ou apenas alcançar a paz num reino onde a corrupção é o mote central. Cada um vê-se cercado e inundado por inúmeras oportunidades, mas qual será a que conduz à desejada saída e aquela que guarda um fim tenebroso? Estar atento é fundamental, pois até o mais ínfimo pormenor que escapa pode ser fatal.

As intrigas tornam-se cada vez mais profundas ao haver mais personagens em destaque. O autor introduz-nos neste volume pontos de vista de novas personagens, tais como Davos, Stannis e Theon. A primeira, não muito importante, é apresentada imediatamente no início do livro, de modo a introduzir um novo cenário relacionado com Stannis. Já este concebe uma figura consistente que surge em vários pontos da narrativa, intercalando-se com as outras personagens. Rapidamente se evidencia que Stannis é mais um elemento cujo propósito é o mesmo de todos os outros: o poder. No entanto, a forma pela qual Stannis tenta alcançar a coroa é diferente de todos os outros, pois Stannis detém uma arma secreta, bastante ousada. Se será eficiente o seu plano, apenas os próximos livros o dirão. Mas o final deste livro transmite a ideia de que a sua escolha foi a correcta para a sua finalidade. Quanto a Theon, o autor serve-se da sua obstinação delineada por uma certa ingenuidade para apresentar formalmente outra das grandes Casas, a Casa Greyjoy.

A conquistar também mais destaque encontra-se Tyrion. Este anão tem vindo indubitavelmente a impressionar-me com a sua presença de espírito e mente brilhante, provando que as aparências escondem a essência do ser. No meu ponto de vista, Tyrion é, até agora, a personagem mais interessante em toda a obra de As Crónicas de Gelo e Fogo, quer pela sua impressionante perspicácia quer pela imprevisibilidade que nele é característica.

Ainda a assumir importante relevância encontram-se Arya e Sansa, as irmãs que, apesar de bastante jovens e particularmente diferentes, são forçadas a crescer perante toda a hostilidade que enfrentam. Ambas mostram inteligência e perseverança, não fossem elas pertencer a uma das mais nobres Casas dos Sete Reinos.

Por contraste, afiguram-se Jon, Catelyn e Daenerys que perdem a sua liderança, recuando para um plano secundário, se bem que Catelyn seja a personagem mais activa das três. Uma vez que Jon está ligado aos outros membros da família Stark, é possível conhecer-se os seus passos por outros pontos de vista, o que não acontece com Daenerys, raramente mencionada pelas outras personagens. Ela é aquela que anteriormente mais me cativou, e por isso esperava para a mesma um grande desenvolvimento por parte do autor. Tal não aconteceu neste livro, mas certamente acontecerá nos próximos.

Martin continua a manter-se fiel a uma escrita cuidada, pormenorizada e fortemente implacável. A cada ponto de vista, o autor apresenta um registo muito próprio que nos permite contactar com a camada mais interior de cada personagem. Assim, consegue-se facilmente conhecer cada uma delas e quais são as suas intenções e percepções mais intimistas, de uma forma que por vezes é calma e suave, enquanto que em certos momentos é tão crua e directa que chega a surpreender.

Ainda outro aspecto que merece destaque é a revelação de mais um pormenor do fantástico, mesmo no capítulo final. Embora esta obra tenha qualidades mais que suficientes para existir sem essa vertente da fantasia, é aí que reside a minha maior curiosidade. Aos poucos, percebe-se que será um factor deslumbrante e que fará desta história uma verdadeira obra-prima. Só espero que o título do próximo volume, O Despertar da Magia, reflicta o que de facto decorrerá no sublime universo de Westeros.

É, portanto, com grande entusiasmo que termino mais um excelente livro de George Martin. Uma narrativa que, embora pausada, faz transparecer o que reside no âmago de cada uma das suas personagens, dando-nos um vislumbre daquilo que poderemos presenciar quando o derradeiro combate irromper nos Sete Reinos.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Resultado do Passatempo: "Cloud Atlas: Atlas das Nuvens" de David Mitchell


Terminou mais um passatempo do blog. Quero deixar os meus agradecimentos a todos os que participaram e, claro, à Editorial Presença por tornar possível esta iniciativa. Estava em jogo um exemplar do fantástico livro Cloud Atlas: Atlas das Nuvens. E o livro vai para....

130 - Célia Cristina Charneco Figueiredo da Silva

Muitos parabéns! A vencedora será comunicada por e-mail. O livro seguirá por correio tão depressa quanto possível.
Aos restantes, não desanimem pois haverão oportunidades futuras, basta estarem atentos.

Boas leituras!

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Último dia do passatempo!



Hoje termina este fantástico passatempo, por isso não percam a oportunidade de participar. Basta carregar na imagem que se encontra no canto superior esquerdo do blog e responder a umas simples questões. Têm até ao final do dia. Boa sorte!

sábado, 1 de dezembro de 2012

Colheita de Novembro

Apesar de só ter adquirido um livro neste mês (o que tenho de agradecer à Editorial Presença) tenho a certeza que vai ser uma leitura que vale por muitas. Aqui está ele: