sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Novidade Saída de Emergência: "A Balada de Antel" de Eric M. Souza


Chancela: Saida de Emergência
Coleção: BANG
Data 1ª Edição: 04/03/2016
Nº de Páginas: 416
Encadernação: Capa Mole

A Balada de Antel é o romance vencedor do Prémio Bang! para Literatura Fantástica. 

Uma obra que nos apresenta um mundo rico e personagens complexas, na tradição dos grandes nomes do género.

Sinopse
Jatitã e Senula são os maiores impérios do mundo conhecido. Há séculos que competem pela supremacia sem nenhum sair vencedor. Até ao dia em que surge a figura enigmática de Antel, um senhor da guerra jatitano que não conhece a derrota. O seu nome é murmurado com temor pelos inimigos e até o seu próprio rei teme a ambição do jovem guerreiro.
Do outro lado do conflito, em Senula, a misteriosa e bela Ajedurala divide o seu tempo entre a política e os problemas causados pelo filho Hassileu, que só pensa em mulheres e em bebedeiras. Quando ela decide enviá-lo para o exército, acredita que seus problemas estão resolvidos. Mas, diante de um conflito violento com o temido Antel, como se comportará o irresponsável Hassileu?
No jogo entre nações, as peças são movidas por personagens misteriosas. Algumas, sussurrando nos ouvidos de reis no conforto dos palácios, escondem as suas próprias ambições. Outras, vagando por estradas perigosas, manipulam os senhores da guerra. Antel sonha com a glória eterna, mas conseguirá ser mais do que apenas uma peça num jogo de vida e morte?

O autor
Eric M. Souza nasceu em Campo Grande, Brasil, em 1985. É autor e investigador, formado em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Dedica-se à criação do universo das suas obras desde 2003, com a publicação da duologia Os Herdeiros dos Titãs, em 2011 e 2012. Também publicou a graphic novel Os Herdeiros dos Titãs: Rito de Passagem, em 2013. Em 2014, venceu o Prémio Bang! com a obra A Balada de Antel, agora publicada pela Editora Saída de Emergência.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Novidade ASA: "O Trono dos Crânios" de Peter V. Brett



Nº de páginas: 752
Coleção: 1001 Mundos

Ciclo da Noite dos Demónios - Volume 4

Sinopse
«O Trono dos Crânios está vazio.
Construído com crânios de generais caídos e de príncipes demónios, é um lugar de honra e de magia antiga e poderosa, que mantém afastados os demónios nuclitas. Do alto do trono, Ahmann Jardir estava destinado a conquistar o mundo conhecido, reunindo os seus povos isolados num exército unificado capaz de pôr fim à guerra com os demónios de uma vez por todas.
Mas Arlen Bales, o Homem Pintado, foi contra este destino, desafiando Jardir para um duelo que ele não podia recusar. Em vez de arriscar a derrota, Arlen lançou ambos de um precipício, deixando o mundo sem um salvador, e dando origem a uma luta pela sucessão que ameaça destruir as Cidades Livres de Thesa.
No Sul, Inevera, a primeira mulher de Jardir, tem de arranjar forma de impedir que os filhos se matem e mergulhem o povo numa guerra civil, enquanto se esforçam por atingir glória suficiente que lhes permita reclamar o trono.
No Norte, Leesha Papel e Rojer tentam forjar uma aliança entre os ducados de Angiers e Miln contra os Krasianos antes que seja demasiado tarde.»

O autor
Peter V. Brett é o autor best-seller internacional de O Homem Pintado e A Lança do Deserto. Criado com uma dieta contínua de romances de fantasia, banda desenhada e jogos Dungeons & Dragons, Brett tem escrito histórias de fantasia desde que se lembra. Formou-se em Literatura Inglesa e História da Arte na Universidade de Buffalo em 1995 e passou mais de uma década no ramo das publicações farmacêuticas, antes de regressar à sua paixão. Vive em Brooklyn, Nova Iorque.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O Império Final


Título original: The Final Empire
Autor: Brandon Sanderson
Nº de páginas: 624
Editora: Saída de Emergência
Colecção: Bang!

Sinopse
«Num mundo onde as cinzas caem do céu e as brumas dominam a noite, o povo dos Skaa vive escravizado e na absoluta miséria. Durante mais de mil anos, o Senhor Soberano governou com um poder divino inquestionável e pela força do terror. Mas quando a esperança parecia perdida, um sobrevivente de nome Kelsier escapa do mais terrível cativeiro graças à estranha magia dos metais – a Alomancia – que o transforma num “nascido nas brumas”, alguém capaz de invocar o poder de todos os metais.
Kelsier foi outrora um famoso ladrão e um líder carismático no submundo. A experiência agonizante que atravessou tornou-o obcecado em derrubar o Senhor Soberano com um plano audacioso. Após reunir um grupo de elite, é então que descobre Vin, uma órfã skaa com talento para a magia dos metais e que vive nas ruas. Perante os incríveis poderes latentes de Vin, Kelsier começa a acreditar que talvez consiga cumprir os seus sonhos de transformar para sempre o Império Final…»

Opinião
O primeiro livro da saga Mistborn revelou-se uma ambígua surpresa. Era certo que aguardava um bom autor, não fosse Sanderson o prestigiado nome a quem calhou o testemunho de terminar uma das mais famosas sagas da fantasia literária. Um bom autor como Sanderson, porém, teria de criar uma obra tão magnífica em conteúdo típico do seu género como um enredo significativamente sólido e plausível para se destacar. É nesta dupla faceta que O Império Final assenta, daí a ambiguidade patente – que, neste caso, faz todo o sentido e merece aplausos. 

De facto, penso que é aqui que recai o sucesso desta leitura. Existe uma conjugação bem idealizada entre o conteúdo fantástico e o enredo, tornando a aproximação a este mundo de Mistborn um processo confortável e deveras aliciador. Comecemos pelo enredo. À partida, contempla-se uma sensação distópica, como uma decadência generalizada de valores e acontecimentos. Contudo, uma centelha de luz aparece como uma estrela subtil, cuja identidade e propósito são desconhecidos. É, ainda assim, uma subtileza sólida, inextinguível, como algo que sabemos existir mesmo quando não está lá. E assim surge, pouco a pouco, a personagem de Kelsier e o ponto de mudança num regime secular de subjugação e tormento. Kelsier incendeia os espíritos do povo e a ira de nobres para, assim, subverter a actualidade. Posto isto, é acrescentado um factor deslumbrante do fantástico: a alomância. Rodeado de misticismo e conceptismo muito próprios, Sanderson sustentou ponderadamente um factor que encanta o leitor, mas que ao mesmo tempo é extremamente relevante para compreender o rumo que a história toma. 

O tema da alomância é, portanto, muito precioso. Entrar em detalhe arruinaria a experiência que um futuro leitor teria. Contudo, existem certos aspectos nesta criação que merecem ser destacados. O primeiro é o facto de, dentro da inverosimilhança, a alomância ser algo verosímil. Ou seja, no fictício cenário que aqui é colocado Sanderson conseguiu elaborar um conceito bem justificado, tecido com lógica e até intrincado com algumas noções das leis físicas que regem o Universo. O segundo ponto relaciona-se com a metáfora patente na alomância e que é um toque belo no meio da brutalidade que por vezes toma, demarcando que a força está em nós mesmos, mesmo que envolta em brumas. Basta procurá-la e deixá-la fluir. O terceiro ponto relaciona-se com a qualidade acrescida que a alomância oferece à experiência da leitura, tornando-a visual, dinâmica e estimulante, quase como se o leitor sentisse na pele aquilo que a personagem sente ao recorrer a esta força. Finalmente, é certo que neste primeiro volume a alomância gera entusiasmo suficiente para se tornar brilhante, contudo carece de muitas explicações essenciais que, espero, sejam reveladas posteriormente.

Quantos às personagens, sem dúvida que temos dois protagonistas inicialmente contrários em personalidade que, ao encontrarem uma linha comum, se moldam com características mútuas. Falo, obviamente, de Vin e Kelsier. Se, por um lado, Vin é a representação da fragilidade e inocência, Kelsier é o símbolo da força e da espontaneidade. Vin, contudo, tem mais que à vista aparenta. Dotada de uma inteligência e poderes invulgares, a sua débil aparência é um disfarce inconsciente que conduz às maiores imprevisibilidades e surpresas que podemos encontrar nesta obra. É notório o crescimento da maturidade de Vin, à medida que toma consciência do que é o mundo em que vive e como realmente funciona. Kelsier toma um papel crucial nesta modelação. Ainda assim, é clara a noção que o íntimo de Vin está repleto de inseguranças e dúvidas, sem a resolução das quais ela não poderá avançar. Kelsier, pelo contrário, desde o começo ao fim demonstra plena confiança, audácia e pouca sensatez. Na sua convicção traça um caminho definido, sempre munido de um sentido de humor e de uma personalidade descontraída e amigável que por vezes ameniza a seriedade do assunto que trata. É, sem dúvida, a figura mais cativante e apaixonante, que por seu turno apaixona o leitor e o torna sensível ao tema da revolta e da importância de reavaliar os paradigmas vigentes. Além disso, o passado de Kelsier está envolto numa certa obscuridade que o torna ainda mais intrigante. As restantes personagens dispersam-se por um grupo muito rico e diverso, diversidade essa que contribui para assegurar a transmissão da mensagem e ser ao mesmo tempo o mote para a missão. De facto, são as diferenças que as une e lhes dá a força necessária para enfrentar um mundo excêntrico com a soberania como verdade absoluta.

Neste sentido, a certa altura a obra toma contornos fortemente estratégicos, políticos e ideológicos. Nestes momentos, a acção cai inevitavelmente para dar lugar a reflexões aprofundadas e destrinçar questões fundamentais aos objectivos traçados. Não deixando de ser partes do livro extremamente importantes para a compreensão do leitor, por vezes a mística que já estava recalcada desvanece-se e o contributo do fantástico perde a sua força. Contudo, sendo o primeiro livro de uma saga, haverá bastante espaço para apostar mais nessa vertente nas próximas narrativas, tornando-se claro que aqui o objectivo é introduzir o novo mundo e a complexidade existencialista que lhe é inerente.

Entra as apostas de Sanderson que mais me surpreenderam também está a ténue linha que existe entre o bem e o mal. Ao escapar a essa bipolaridade, Sanderson aproximou ainda mais este universo do mundo real. As personagens não são meras abstracções éticas. São seres com vida, cujo passado moldou aquilo que são hoje e onde se podem encontrar pedaços que os conduzirão para o eu do amanhã. Como no mundo real, o bem e o mal são uma quimera. A vontade de poder é que tende a balança mais para um lado que outro, e será nesse equilíbrio que recairá a chave.

Com uma concepção arrojada, personagens consistentes e uma narrativa que prende do início ao fim, O Império Final ambiciona assim a tornar-se um dos prólogos de saga mais promissores. A originalidade e genialidade de Sanderson converteram-se numa avassaladora experiência literária - e acima de tudo reflexiva - que, espero, seja apenas um vislumbre daquilo que está para ser revelado, nomeadamente quanto ao conteúdo fantástico. Que venha o próximo.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Novidade Topseller: "Os 100 - 21 Dias Depois" de Kass Morgan


Nº de páginas: 288
PVP: 16,99€
Lançamento: 18 de janeiro

Continuação da história que inspirou uma das mais populares séries de TV do momento!

Ainda antes de ser publicado em 2013, nos EUA, diversos produtores mostraram-se de imediato interessados em adaptar Os 100 à televisão. O primeiro episódio estreou no canal CW menos de um ano depois de o livro ter saído. A série encontra-se a caminho da terceira temporada (estreia a 21 de janeiro), sendo um grande sucesso de audiências e também junto da crítica.
Depois da publicação de Os 100, em julho de 2015, e com a segunda edição a chegar às livrarias, a Topseller publica agora o segundo volume.

Sinopse
«Passaram 21 dias desde que os 100 chegaram à Terra.
Há 21 dias, eles pensavam ser os primeiros humanos a pisar o solo terrestre em séculos. Há 21 dias, eles pensavam estar sozinhos e seguros. Mas a realidade era completamente diferente. E ninguém estava preparado para ela…
Nesta excitante aventura de Os 100, há segredos revelados, crenças postas em causa e relações testadas ao limite. Os 100 vão ser postos à prova e terão de se unir para sobreviver.»

A crítica
«Misterioso e excitante, uma combinação perfeita de Os Jogos da Fome com O Deus das Moscas.» - Booklist

«É fácil ficar preso a este enredo pleno de tensão, onde um grupo de jovens tenta criar uma nova sociedade na terra. Mas onde não deixa de haver espaço para a intriga e o romance.» - Publishers Weekly

A autora
Kass Morgan é licenciada pela Universidade de Brown, nos Estados Unidos, e tem um mestrado pela
Universidade de Oxford. Trabalha como editora e vive em Nova Iorque. O seu bestseller Os 100 foi adaptado a série de televisão. Pode segui-la no Twitter em @kassmorganbooks.
Descubra mais sobre Os 100 em the 100series.com

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Obituário: Alan Rickman


Por ter interpretado uma das mais ambíguas e fascinantes personagens da literatura fantástica. Por ter sido um actor fenomenal, de desempenhos intocáveis. Por ter sido uma pessoa com qualidades humanas fascinantes. Por me ter inspirado. Por me ter feito sonhar além do imaginável. Por tudo isto, será lembrado como o que de bom há na arte e na vida. 

A morte é apenas mais um passo. A morte é apenas a próxima aventura.

Depois de todo este tempo?
Sempre.


Que descanse em paz.

Alan Rickman
1946-2016

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Novidade Presença: "As Horas Invisíveis" de David Mitchell


Coleção: Grandes Narrativas
Nº na Coleção: 623
Data 1ª Edição: 08/01/2016
Nº de Edição:
Nº de Páginas: 632

Sinopse
Holly Stykes foge de casa dos pais para viver com o namorado. Embora pareça uma típica adolescente inglesa, é propensa a fenómenos paranormais. Durante a fuga, conhece uma mulher estranha que a alicia com um gesto amável em troca de asilo. Décadas depois, Holly compreende por fim que espécie de asilo a mulher procurava…
Este é um thriller empolgante de David Mitchell, aclamado autor de Atlas das Nuvens que acompanha a vida atribulada de Holly numa série de eventos. Estes cruzam-se por vezes de maneira indizível, pondo-a no centro de uma perigosa jogada nas margens do mundo e da realidade.
Dos Alpes suíços da Idade Média ao interior australiano do século XIX, culminando num futuro próximo distópico, As Horas Invisíveis é um romance caleidoscópico que nos oferece uma alegoria do nosso tempo.

O autor
David Mitchell nasceu em 1962 em Worcestershire, Inglaterra. Lecionou durante vários anos no Japão. É autor, entre outros, de Atlas das Nuvens, publicado pela Presença e adaptado para o cinema, bem como de Ghostwritten, number9dream, Black Swan Green e The Thousand Autumns of Jacob de Zoet. 
Vencedor dos prémios literários John Llewllyn Rhys, Geoffrey Faber Memorial e South Bank Showe finalista do Man Booker Prize em 2004 e 2014. 
Em 2013, a revista Granta incluiu-o na lista de Melhores Escritores Britânicos.
Vive na Irlanda com a mulher e os dois filhos.

Saiba mais sobre o livro aqui.

Novidade Saída de Emergência: "O Herói das Eras - Parte II" de Brandon Sanderson


Chancela: Saida de Emergência
Coleção: BANG
Data 1ª Edição: 12/02/2016
Nº de Páginas: 384
Encadernação: Capa Mole

Sinopse
«Quem é o Herói das Eras? 
O mundo aproxima-se do fim, esmagado pela força imparável de Ruína. Vin, Elend e os companheiros procuram desesperadamente opor-se-lhe, mas nada do que fazem parece ter algum efeito ou, quando o tem, é o oposto do que pretendem. De que serve a mera alomância contra um deus?
Especialmente quando não parece haver nada além dela, pois até as misteriosas brumas, em tempos aliadas, parecem ter-se tornado malignas. Mas será que desistir é uma opção? Terá chegado o momento de baixar os braços e aceitar o fim de tudo o que se ama?
Num mundo sufocado pela cinza e abalado por erupções contínuas e violentas convulsões sociais que afetam até a sociedade pacífica dos kandra, são estes os dilemas com que os sobreviventes do velho bando de Kelsier vão ser confrontados neste derradeiro volume da saga.»

O autor
Brandon Sanderson é uma estrela em ascensão na fantasia norte-americana conhecido pela sua saga Mistborn e por ter terminado a série de fantasia épica A Roda do Tempo de Robert Jordan, após o falecimento deste. Em 2010, iniciou uma nova série de fantasia, Stormlight Archive, com o título The Way of Kings, além de outras séries direcionadas para o público jovem-adulto. Dá aulas de escrita criativa e participa em podcasts sobre escrita e o género fantástico.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Novidade Bertrand: "És Tu" de Federico Moccia


Género: Literatura / Romance 
Tradutor: Diogo Madre Deus 
N.º de páginas: 264 
Data de lançamento: 22 de janeiro de 2016 
PVP: € 16,60

Mais de 5 milhões de exemplares vendidos só em Itália 

Federico Moccia popularizou o ritual de prender um cadeado a uma ponte como uma forma de selar o amor entre dois apaixonados, tudo graças às personagens Step e Gin no seu romance Quero-te Muito. Dez anos depois desse grande marco, o escritor italiano continua a tocar milhares de corações com os seus romances, desde jovens a adultos, tendo sempre como tema central o amor. 

Sinopse
«És Tu, o novo livro do escritor italiano, traz-nos a continuação de Aquele Instante de Felicidade após Ann ter desaparecido, deixando Nicco de coração partido. Tinham-se conhecido durante as férias de Ann em Roma, a cidade Natal de Nicco, mas tudo indicava que estavam a viver muito mais do que um simples romance de verão… O que Nicco sentia era amor verdadeiro. Será que Ann sentia o mesmo? Terá deixado Roma para fugir aos seus sentimentos? Mesmo de coração partido, Nicco vai lutar pelo seu amor, nem que seja preciso viajar até ao outro lado do mundo. Convence o seu melhor amigo, o estouvado Ciccio, a ir com ele em busca de Ann… nos Estados Unidos! Afinal, como concluiu Nicco em Aquele Instante de felicidade, «sem um sonho, não se vai a lado nenhum». Como vai terminar a história de amor de Ann e Nicco? Descubra em És Tu, de Federico Moccia.» 

O autor
Federico Moccia é um dos autores de ficção romântica com maior sucesso internacional. Os seus livros, que contam histórias simples, reais mas cheias da magia que só o amor pode dar à vida, já tocaram os corações de milhões de leitores em todo o mundo. Um amante da leitura desde muito jovem, Federico Moccia escreveu o seu primeiro romance apenas aos 30 anos. O sucesso não foi imediato; depois de ser recusado por várias editoras, fez uma edição de autor que, sendo um estrondoso sucesso de vendas, lhe abriu as portas das maiores editoras italianas e o catapultou para a fama. Com sete romances publicados, vários dos quais adaptados ao cinema e à televisão, Federico Moccia é um verdadeiro fenómeno de popularidade, que encontra expressão mesmo fora do mundo dos livros e dos filmes: foi com base numa cena de um dos seus livros que teve início a «moda», hoje comum em todo o mundo, de os namorados prenderem em pontes cadeados com os seus nomes, como sinal de amor eterno.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Feliz 2016!




O Refém das Letras deseja a todos os leitores e parceiros um feliz 2016! Que seja um ano repleto de novas aventuras literárias e de muita felicidade para todos!