domingo, 19 de julho de 2015

Novidade Saída de Emergência: "Guerra e Paz - Volume I" de Lev Tolstoi


Chancela: Saida de Emergência
Data 1ª Edição: 07/08/2015
Nº de Páginas: 672
Encadernação: Capa Mole

A OBRA-PRIMA DE UM DOS GIGANTES DA LITERATURA UNIVERSAL

Sinopse
«Guerra e Paz é o verdadeiro clássico da literatura universal. No início do século XIX, a Rússia é devastada pelos exércitos de Napoleão e as vidas de homens e mulheres cruzam-se num tecido narrativo deslumbrante. Tanto as vidas mais mundanas como os faustosos bailes, as tramas políticas ou as violentas campanhas bélicas do Czar Alexandre são trabalhadas com o realismo e limpidez que caracterizam o génio de Lev Tolstoi. Sempre presentes estão as desigualdades sociais e os caprichos de uma aristocracia vã e indiferente à miséria e ao sacrifício.
Esta é uma obra intemporal que condensa toda a condição humana, simultaneamente romance histórico, bélico e filosófico, e propõe acutilantes reflexões sobre os temas que nos movem e comovem: a vida, o sacrifício, a liberdade, a justiça, o amor e a honra.»

A crítica
"Se não fosse Tolstoi, a literatura seria um rebanho sem pastor ou um caos incompreensível." - Anton Tchekhov

O autor
Lev Nikolayevich Tolstoi nasceu a 9 de setembro de 1828 em Yasnaya Polyana, Rússia. De entre as suas obras, Guerra e Paz e Anna Karenina são consideradas clássicos da literatura universal, frutos do génio criativo e pensador de um dos autores mais lidos e celebrados em todo o mundo. Membro da nobreza com o título de conde, serviu como tenente nas batalhas do Cáucaso e na guerra da Crimeia – tais circunstâncias levá-lo-iam a tornar-se um pacifista e um ativista pela justiça e fraternidade, procurando sempre melhores condições de vida para os seus subordinados. 
Em 1862 casou com Sophia Behrs, 16 anos mais nova do que ele, tendo tido juntos 13 filhos, dos quais 8 sobreviveram. Sophia e Lev tiveram uma forte relação de amor e companheirismo – Sophia era sua datilógrafa, revisora e contabilista. Tolstoi dedicou mais de cinco décadas à escrita. Morreu de pneumonia em 20 de novembro de 1910.

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