terça-feira, 26 de julho de 2011

Crepúsculo


Título original: Twilight
Autora: Stephenie Meyer
Nº de páginas: 480
Editora: Gailivro
Colecção: 1001 Mundos

Sinopse
«A mudança de Isabella Swan para Forks — uma cidade pequena do estado de Washington — podia ter sido o passo mais entediante que ela jamais dera. No entanto, quando ela conhece o misterioso e cativante Edward Cullen, a sua vida sofre uma viragem emocionante e aterradora. Até este momento, Edward conseguiu manter a sua identidade vampírica em segredo na comunidade em que vive. A partir de agora, porém, ninguém está a salvo, sobretudo Isabella, a pessoa que Edward mais preza. O casal de namorados dá por si precariamente equilibrado no fio da navalha — entre o desejo e o perigo.»

Opinião
Quando escolhemos um livro para ler, normalmente a primeira coisa em que reparamos é a capa. É o que mais nos chama a atenção, mas poderá ser o mais enganador que há num livro. Isto foi o que me aconteceu primeiramente com esta obra. Vi-a em várias livrarias, em certos sítios na Internet, mas nunca me debrucei a ler a sinopse porque a dita imagem dos dois braços com a maça não me cativava de todo. Nem o título me sugeria uma história interessante, e não conseguia de modo algum relacioná-lo com o tema de capa.

Alguns anos depois, alguém me diz que no cinema está em exibição um filme com o nome de "Crepúsculo", baseado naquela obra. Mais uma vez, não me interessei. Contudo, o meu pouco ou nenhum interesse iria mudar quando amigos meus me falam do filme. Tanto eles como elas me diziam que era um filme fantástico, comovente e um dos poucos que os manteve estáticos nos assentos da sala de cinema. Fiquei bastante curioso, e não resisti a comprar um bilhete nesse mesmo dia. E para meu espanto, tornou-se um dos meus filmes favoritos, que eu certamente iria adquirir em DVD e rever muitas vezes.

Não queria ficar por ali. A história era demasiado bonita e especial para ser unicamente marcada pelo filme. Já sabia que existia uma obra que lhe deu origem. Lê-la estaria nos planos das férias mais próximas, ou talvez até mais cedo, se não me importasse de passar algumas madrugadas acordado e no dia seguinte ficar com olheiras enormes. Decidi ler os primeiros capítulos lentamente e esperar pelo tempo em que pudesse dedicar totalmente à leitura. Embora essa fosse a minha ideia, tal não foi obviamente possível.

Tinha conhecimento da história, todas as personagens figuravam na minha mente, bem como os locais que servem de cenário ao desenrolar da acção, logo não havia maneira de passar muito tempo a imaginar esses detalhes, se bem que o livro incluía um catálogo bem mais vasto.

Um fim-de-semana bastou, deste modo, para concluir a minha leitura. Não houve um único momento em que eu quisesse deixar Forks e aquele ambiente misterioso. As descrições fabulosas, os diálogos espontâneos e o suspense aterrador fizeram daquele enredo um magnífico e irresistível conto de fadas para jovens adultos, com uma única e especial história de amor.

Gostei do facto da autora ter desenvolvido ao pormenor o relacionamento entre Bella e Edward e o quão forte se foi tornado ao longo do livro, e não se limitar apenas à narração de conteúdo sobre os seres sobrenaturais que tanto intrigam o leitor, deixando alguns destes aspectos para as próximas sequelas. Este pano de fundo reforça a ideia de um grandioso amor impossível, visto que Edward pertence a um mundo ao qual Bella não faz parte. Assim, penso que consegue captar melhor a atenção de quem tem a intenção de se manter fiel e continuar interessado nesta saga.

Ao escrever o livro na primeira pessoa (pela visão de Bella Swan) a autora transmite pensamentos mais profundos e realísticos do que se fosse uma narradora ausente, outro facto que me agradou nesta obra.

O modo como está escrita é perfeitamente acessível, permitindo desta forma uma leitura fluente e uma apreensão mais rápida dos acontecimentos. Ainda assim, Stephenie Meyer não se poupou às descrições e adjectivações tanto das personagens como dos espaços, mas como é evidente tudo isso faz parte da essência de um livro.

O final foi de certa forma inesperado, a meu ver (é um pouco diferente do filme), algo que eu valorizo muito e assim sendo foi o que mais gostei do livro, embora o fim signifique que o livro está a chegar ao fim. Porém, não há que desesperar pois aguardam-me três sequelas recheadas de novos mistérios, personagens e intrigas que certamente tornarão mais forte o meu gosto por a saga Luz e Escuridão.   

terça-feira, 19 de julho de 2011

Para A Minha Irmã



Título original: My Sister's Keeper
Autora: Jodi Picoult
Nº de páginas: 398
Editora: Civilização Editora

Sinopse
«Os Fitzgerald são uma família como tantas outras e têm dois filhos, Jesse e Kate. Quando Kate chega aos dois anos de idade é-lhe diagnosticada uma forma grave de leucemia. Os pais resolvem então ter outro bebé, Anna, geneticamente seleccionada para ser uma dadora perfeitamente compatível para a irmã. Desde o nascimento até à adolescência, Anna tem de sofrer inúmeros tratamentos médicos, invasivos e perigosos, para fornecer sangue, medula óssea e outros tecidos para salvar a vida da irmã mais velha. Toda a família sofre com a doença de Kate. Agora, ela precisa de um rim e Anna resolve instaurar um processo legal para requerer a emancipação médica – ela quer ter direito a tomar decisões sobre o seu próprio corpo. Sara, a mãe, é advogada e resolve representar a filha mais velha neste julgamento.
Em "Para a Minha Irmã" muitas questões complexas são levantadas: Anna tem obrigação de arriscar a própria vida para salvar a irmã? Os pais têm o direito de tomar decisões quanto ao papel de dadora de Anna? Conseguimos distinguir a ténue fronteira entre o que é legal e o que é ético nesta situação?
A narrativa muda de personagem para personagem de modo que o leitor pode escutar as vozes dos diferentes membros da família, assim como do advogado e da tutora ad litem, destacada pelo tribunal para representar Anna.»

Opinião
Eis um romance particularmente especial da autora. Este best-seller que conquistou milhões de pessoas em todo o mundo conta a história de uma menina, Kate, que sofre de leucemia. Os pais, desesperados por não a conseguirem ajudar, recorrem à fertilização in vitro para salvar a sua adorável, doente filha. A combinação genética de ambos origina uma nova filha, Anna, totalmente compatível com a irmã, que desde o seu nascimento passa a doar tudo o que a irmã precisa. As duas crescem, com a companhia do irmão mais velho, Jesse, e tentam viver uma vida normal. Até que Kate piora e necessita de um rim, e Anna vê-se obrigada a doar-lho. Assim, ela instaura um processo legal para ter emancipação médica (ter direito às decisões sobre o próprio corpo) e ninguém lhe pode tirar o rim enquanto Campbell estiver do seu lado. Os pais de Anna vão a tribunal a fim de consciencializar Anna que sem o seu rim, a sua irmã poderá morrer. Mas, é no auge de toda esta confusão, que Jesse revela a verdade. No entanto, o inesperado acontece, o que deixa a família de coração partido, fragilizada com a situação que são obrigados a enfrentar e que os faz aperceber de que o destino é o que marca a vida das pessoas.

É um livro que nos ensina o que é a força do amor, a tristeza da doença e a união familiar. Está maravilhosamente bem escrito, ao estilo de Jodi Picoult. Além de nos ser dado a conhecer a história de uma família diferente das do nosso quotidiano, também adquirimos conhecimentos de outras áreas, como os procedimentos médicos e particularidades que não conhecia.

O próprio livro apresenta uma divisão organizada, que nos permite conhecer cada personagem individualmente e no fim relacionar todas as suas vidas, tornando o livro mais detalhado e completo que a adaptação cinematográfica do mesmo. Essa, um pouco diferente da história original, ainda foi mais difícil, a meu ver, de assistir, pois a banda sonora, o desempenho dos actores e a caracterização dos mesmos tornaram a história cada vez mais real, no decorrer do filme.

O que é certo é que Picoult atingiu novamente a perfeição em descrever o lado mais susceptível do romance, que nos toca e nos marca como exemplo que nos acompanhará durante as fases fáceis e difíceis da vida. Tanto o livro como o filme me surpreenderam magistralmente, mas particularmente admirei mais as páginas que passavam velozmente pelos meus olhos, que me captavam a atenção e até que me capturavam a sensatez por alguns momentos. Ainda assim, com ambos me emocionei do princípio ao fim.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O Menino Que Sonhava Chegar À Lua



Título original: Ways To Live Forever
Autora: Sally Nicholls
Nº de páginas: 180
Editora: Editorial Presença
Colecção: Grandes Narrativas

Sinopse
«Sam tem 11 anos e uma leucemia em fase terminal. Agora em casa, a Sra. Willis prossegue com ele um programa de estudos que Félix, o grande amigo que conheceu no hospital, compartilha. Confrontado com a iminência da morte, Sam inicia o projecto de escrever um livro onde guarda imagens, onde aponta perguntas, os desejos que pretende realizar, listas de factos curiosos sobre a família, os amigos e sobre o mundo que o rodeia, e até mesmo listas que o projectam para além da sua morte. Este livro é também a sua história. Contada do ponto de vista de uma criança que lida corajosamente com a doença, é uma história comovente, que evita todas as armadilhas do sentimentalismo, diverte e nos inspira. O segredo do enorme êxito deste livro reside numa profunda honestidade e na sua simplicidade. É o primeiro romance da autora que contava apenas 23 anos quando o escreveu para leitores de todas as idades.»

Opinião
Penso que a tradução do título original "Ways To Live Forever" para este livro seria a forma deste ganhar mais fama. O título adaptado pela Presença é enganador, não nego, porque o conteúdo do livro é muito mais que um sonho de chegar à Lua.

Quando se inicia a leitura deste livro, não se dá pelo passar das horas. Envolvi-me de um modo tão intenso em toda a história que fiquei preso ao mundo de Sam. Fiquei com a sensação que a acção se estava a desenrolar à minha volta.

Dada a complexidade do assunto que o livro trata, a autora procurou formas de aliviar a leitura com algumas ilustrações dos desejos do protagonista. Também tentou jogar com o humor infantil de forma a que não ficássemos tristes com os vários "choques" que "apanhamos" enquanto lemos.

Não é uma leitura comum. Apresenta uma espécie de drama que, por mais voltas que se dêem, não passará de drama. Este aspecto pode tirar a vontade ao leitor de continuar a ler o livro, mas penso que isso não acontecerá àqueles que realmente amam a leitura.

Ao longo do enredo, a autora prepara-nos para aceitarmos o seu fim, seja drástico ou não. Como tal, o mesmo não me surpreendeu. Surpreendeu-me sim o modo de escrita da autora, leve e agradável, e a capacidade de lidar extraordinariamente bem com situações difíceis do quotidiano.

Este é o primeiro romance escrito por Sally Nicholls. É um pequeno livro de estreia, mas uma grande lição de vida. Uma história de perseverança, de coragem e de combate às piores situações que podemos enfrentar, mas também do proveito que se pode retirar dessa luta que, de qualquer das formas, acaba sempre por vencer num ganho de pura felicidade. Espero mais obras publicadas, mas também que sejam um pouco maiores para que a leitura não acabe rapidamente!

Recomendo aos que já pensaram ver de tudo na vida. Ficarão com outro opinião assim que Sam vos entre na mente.

sábado, 9 de julho de 2011

A Floresta De Mãos E Dentes


Título original: The Forest of Hands and Teeth
Autora: Carrie Ryan
Nº de páginas: 254
Editora: Gailivro
Colecção: 1001 Mundos

Sinopse
«Mary sabe pouco sobre o passado ou sobre o porquê de no mundo existirem dois tipos de pessoas: os que residem na sua vila e os mortos-vivos do lado de fora da cerca, que vivem de devorar a carne dos vivos. As Irmãs protegem a Vila e promovem a continuidade da raça Humana. Depois de a sua mãe ser mordida e se juntar aos amaldiçoados, Mary é enviada às Irmãs para se preparar para o Casamento com o seu amigo Harry. Mas as cercas são quebradas e o mundo que Mary conhece desaparece para sempre. Mary, Harry, Travis, que Mary ama mas que está prometido à sua melhor amiga, o irmão de Mary, a sua mulher e um pequeno órfão partem rumo ao desconhecido em busca de um lugar seguro, respostas às suas perguntas e uma razão para continuar a viver.»

Opinião
O que mais me atraiu neste livro foi o seu título, não pensando que lhe fosse tão fiel e sim pensando que haveria algo misterioso por detrás dele. Para além deste, também me foquei na capa vários minutos a tentar decifrar qual seria a sua história. Atrevi-me a comprá-lo, e assim que o tive comecei a lê-lo.

A princípio, não estava muito interessado em continuar a minha leitura, pois pareceu-me um pouco chata e monótona, com ideias vagas e sem fundamento que realmente me atraísse. Contudo, assim que os mistérios e as intrigas apareceram página após página, não consegui deixar de prosseguir num ritmo bem acelerado! 

Ao invés dos romances vulgares, em que os finais são sempre os melhores, este livro impressionou-me por ser diferente. A autora não teve dó de eliminar as suas personagens uma por uma, a fim de que a nossa atenção se focasse em Mary, a protagonista do enredo. Senti um sentimento de compaixão por a mesma, por viver sozinha num mundo sombrio, isolada do exterior e do conhecimento. As suas esperanças focavam-se no mar, o seu paraíso. Tentou sempre lá chegar, mas os seus sonhos foram sempre contrariados, quer pela Irmandade, quer pelas barreiras. Além disso, os seus íntimos foram consumidos pela “Floresta de Mãos e Dentes”. Os zombies, ou melhor, os Excomungados levavam a morte à aldeia, através de cercas infindáveis que proibiam a experiência de ser feliz. Mas Mary nunca cedeu, enfrentou sempre os seus medos e nunca duvidou do seu coração. E, porém, isso custou-lhe aquilo que ela temera. 

O livro não é muito denso, e tem uma escrita que flui perante os nossos olhos. Nem todos apreciam este tipo de leitura que pode chocar os mais sensíveis. Mas a realidade é esta. A vida não é um mar de rosas. Há que lutar e cair várias vezes para conseguir a vitória. Não é com ilusões que devemos enfrentar e tentar resolver os problemas, pois assim nunca teremos a nossa própria realidade. 

A única decepção, se assim posso chamar, foi o fim do livro. É bastante vago e incerto. O destino de Mary fica nas mãos do leitor. Ainda assim, é certo que haverá sequela, pela qual anseio desesperadamente. Não está definida data de lançamento para Portugal, mas estou certo que será uma agradável surpresa que me deixará sem palavras.

Este é um livro dotado de um cenário que, por si só, o torna arrepiante, mas com o desbravar das páginas revela-se um enredo enternecedor, com um conjunto de personagens interessantes e misteriosas com ainda muitos aspectos por desvendar. 

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Uma história de magia



É impossível alguém não conhecer Harry Potter e o seu mundo, hoje em dia. Este é um fenómeno que se aliou a todas as gerações desde o seu início. Crianças, jovens adultos, os adultos em si mesmo e até pessoas com uma idade mais avançada em cada canto do mundo veneram o magnífico universo de Harry Potter. Estas multidões foram "enfeitiçadas" pela magia nas histórias dos livros, assim como a sua transformação no ecrã dos cinemas. O que faz desta saga a mais especial desde há muito tempo? Poderá ser a forma como a magia é retratada e espelha a fantasia dos nossos sonhos, poderá também ter que ver com a fuga que alguns realizam para escapar da realidade, mas o que a torna verdadeiramente única é o facto que, apesar de ilustrar a facilidade com que podemos sobreviver com magia, também mostra de igual modo a dificuldade de alguém ter de enfrentar desarmado um mundo inteiramente novo e descobrir a felicidade através da coragem e da bondade incondicional. 

Tudo começou há cerca de 21 anos atrás quando J.K. Rowling (na altura apenas Joanne Rowling) estava a andar de comboio e, de repente, lhe surgiu a ideia de um feiticeiro com cabelo negro e que usava óculos. A partir daí, J.K. Rowling começou a desenvolver a história de uma forma extremamente detalhada e quando acabou o primeiro livro, tentou publicá-lo. Após ter sido rejeitado por oito editoras, a autora enviou o exemplar para a Bloomsbury que se tornou a editora oficial do seu livro. Adoptou o pseudónimo de J.K. Rowling devido ao receio de as vendas serem pouco satisfatórias sob um nome feminino e publicou, em 1997, Harry Potter E A Pedra Filosofal. A rapidez com que foi vendido surpreendeu todas as expectativas.

Devido ao grande número de adultos que começaram a ler a série Harry Potter, foram publicadas duas versões de todos os livros, uma com capa infantil e outra com uma capa ao estilo do romance fantástico.

Os livros bateram recordes no que toca à rapidez de vendas, tendo o último vendido 2,65 milhões de exemplares nas primeiras 24 horas no Reino Unido. O resto do planeta também não ficou indiferente, já que nos EUA o número alcançava uns 6,9 milhões de exemplares (apenas em 24 horas!).

No total foram escritos 7 livros e 8 filmes produzidos. A autora não diz que não irá escrever outra sequela, apesar de ser pouco provável, mas a história não acaba para os verdadeiros fãs de Harry Potter. A sua história ficará com eles durante todo o percurso que a vida lhes reservar.    

O Dia HP

   O dia de hoje é particularmente emocional para mim. Para além da minha paixão pelos livros, também detenho uma forte devoção por filmes. E uma saga com a qual eu não sou capaz de passar desde o seu início foi criada por J.K. Rowling, através dos seus livros que foram adaptados para filmes. Gosto tanto dos livros como dos filmes, mas os filmes são mais especiais para mim porque a criança que ainda há em mim cresceu com eles. Como é normal, tudo chega a um fim, e hoje é o derradeiro fim para a saga HP. Ocorrerá neste dia 7 de Julho em Londres a antestreia mundial de Harry Potter E Os Talismãs Da Morte: Parte 2. Nada me faria mais feliz do que estar lá, neste momento, porém não tenho essa magnífica possibilidade e terei que esperar pelo dia 14, o dia da estreia em Portugal. Entretanto, irei rever os filmes e reler os livros que restam reler e tentar não pensar que tudo vai acabar...

Bem-vindos!

   Hoje, dia 7 de Julho de 2011, é o dia em que crio este blog. Tenho andado com este desejo há muito mas o tempo que tenho para fazer algo de que gosto tem sido pouco, e agora que consegui arranjar algum vou dedicar-me sempre que possa. Neste espaço, espero dar-vos a conhecer um pouco de mim e de uma das minhas grandes paixões que são os livros. Aqui, farei referência a todas as obras que me passarem pelas mãos, as minhas opiniões sobre as mesmas e também aquelas que gostaria de conhecer. Terei, de igual modo, muito prazer em receber os vossos comentários e as vossas visitas ao Refém das letras. Muito obrigado a todos e boas leituras!